Livro religioso apresenta a polarização como o mal do século
O que acontece quando a defesa do bem produz o mal? Em “Esquerda ou Direita? Escolho a Bíblia.”, jornalista cristã e sobrinha de Agnaldo Timóteo, ex-deputado e vereador, propõe olhar além das disputas políticas e examinar a dimensão espiritual que pode ser fatal a pessoas de ambos os lados.
A investigação bíblica e científica que rendeu um livro de mais de 300 páginas busca explicar o que leva uma pessoa que acredita estar defendendo Deus a reproduzir justamente os comportamentos que Ele condena. É essa contradição que a obra coloca no centro de “Esquerda ou Direita? Escolho a Bíblia.” como a problemática principal que o estudo busca esclarecer.
A obra apresenta os embates partidários como um mal que ultrapassa as divergências políticas e compromete a prática cristã de pessoas situadas nos dois lados da polarização política.
Na análise proposta pela autora, o perigo maior da polarização está na possibilidade de o cristão contrariar os ensinamentos de Jesus com a consciência de estar cumprindo um dever moral. Estuda como uma causa considerada nobre pode tornar aceitáveis a ira, o desprezo, a humilhação do adversário, o ódio, a agressão verbal e física, a disseminação de informações sem exame e a satisfação diante do sofrimento alheio. O estudo também expõe como a convicção de defender um bem comum dificulta o reconhecimento do mal produzido pelo próprio comportamento.
É a partir desse conflito que o livro convida à leitura bíblica que expõe a dimensão espiritual dessa problemática. O conteúdo majoritário do estudo compila textos e contextos bíblicos que sugerem questionar se a polarização estaria personificando um ataque velado do maligno ao verdadeiro cristianismo. Um ataque que cria um falso cristianismo, ensinando justamente comportamentos contrários aos ensinados por Jesus • mas em defesa de causas morais.
A neurociência e a psicologia, que integram o estudo, ajudam a explicar como mecanismos cognitivos e emocionais tornam as pessoas vulneráveis à desconstrução dos valores do evangelismo. A autora usa a ciência para indicar como aquilo que ela chama de “as manobras ocultas do mal” pode se aproveitar da própria fragilidade estrutural do corpo humano • em desfavor ao plano de Deus de usar pessoas no resgate espiritual de outras pessoas.
O livro convida os participantes da polarização a reconhecer o propósito espiritual ao qual as ações, acima das intenções, estão servindo. Esclarece que o resultado de uma disputa eleitoral e o efeito dessa disputa sobre o caráter de seus envolvidos são questões diferentes. Com centenas de versos bíblicos espalhados por toda a obra, a autora chama a atenção do leitor para perceber como sentimentos e emoções como desprezo, orgulho, hostilidade, desejo de vingança e até mesmo o ódio servem, em sua análise, ao plantio das sementes do inimigo de Deus • e não do Seu Reino.
A jornalista, que também é especializada em estratégia de posicionamento de marcas, com experiência em marketing político e comunicação pública, relaciona sua trajetória profissional à análise de construção de imagem, formação de vínculos e influência sobre comportamentos. E considera que o que a ajudou a perceber e desconstruir as ilusões e miragens ideológicas que a polarização provoca na mente, no coração e no comportamento de pessoas sinceras tenha sido a vivência política somada à facilidade que • pela profissão • sua mente adquiriu de analisar estratégias de marketing.
Sobrinha e ex-assessora particular do cantor e parlamentar Agnaldo Timóteo, ela também entrega um pouco do jogo da política. A experiência de também ter estudado Ciências Políticas e marketing político deu à autora condições para revelar o lado da política que poucos conhecem. Entregando informações que podem dar fim às miragens que hipnotizam o comportamento humano e o levam a assumir práticas que desagradam a Deus.
A autora, inclusive, recomenda a leitura de sua obra a pessoas de ambos os lados que queiram, no íntimo do coração, agradar a Deus.
Ao longo do livro, referências à sociologia, à psicologia e à neurociência acompanham a interpretação teológica. Poliana aborda mecanismos de influência com rótulos depreciadores e o uso de estratagemas • recursos de argumentação convincentes que podem distorcer informações, desviar o debate ou desqualificar o interlocutor. Busca, com essa revelação, diluir o vínculo emocional e o apego às narrativas que levam aos comportamentos contraditórios aos ensinamentos de Cristo.
O exame alcança práticas estimuladas tanto pela devoção à esquerda quanto à direita e desloca a atenção da identidade do adversário • mostrando que a luta real que está sendo travada nesse conflito, segundo a Bíblia, não é contra o semelhante, mas contra o que a Palavra de Deus nomeia como “potestades”. A obra se refere ao exército do inimigo como orquestrador de uma batalha em que somente ele sai ganhando. Nessa leitura, os envolvidos colocam em risco sua caminhada de salvação ao normalizarem comportamentos que a Bíblia condena e resistirem à transformação oferecida pela graça.
Uma obra ousada. Pois não se propõe somente a levantar uma perspectiva que não encontra apoiadores instantâneos nem do lado direito da nação, nem do lado esquerdo dela. Ousa ainda expor o que a autora identifica como a mente maquiavélica por trás de todo o caos social e espiritual que assola a Terra. E que, segundo Poliana, tem feito de todos os envolvidos reféns.
A provocação central permanece do início ao fim da obra: se a defesa de uma causa exige abandonar os ensinamentos de Jesus, a quem ela serve? O que produz no coração que deveria estar se dedicando a escolher comportamentos que abririam campo para o Espírito de Deus agir por meio dele? E o que essa defesa cega de lados está semeando no mundo? Quais frutos a Terra pode colher ao plantar sementes daquele que odeia a criação de Deus?
A capa do livro intriga, e o conteúdo reposiciona.
A autora apresenta que, no cenário atual, os ensinamentos de Jesus apontam uma terceira via, espiritual e comportamental. E a obra apresenta o autoexame como caminho para recuperar o discernimento e reconhecer quando a lealdade a um movimento compromete a fidelidade a Deus e à própria fé.
Sobre a autora
Poliana Tupinambá Timóteo é jornalista, escritora cristã e profissional de estratégia de posicionamento de marcas. Possui experiência em campanhas eleitorais, assessoria e comunicação pública. É autora de “Esquerda ou Direita? Escolho a Bíblia.”, obra que também ganhou edição em inglês sob o título “Left or Right? I Choose the Bible.”.
A investigação bíblica e científica que rendeu um livro de mais de 300 páginas busca explicar o que leva uma pessoa que acredita estar defendendo Deus a reproduzir justamente os comportamentos que Ele condena. É essa contradição que a obra coloca no centro de “Esquerda ou Direita? Escolho a Bíblia.” como a problemática principal que o estudo busca esclarecer.
A obra apresenta os embates partidários como um mal que ultrapassa as divergências políticas e compromete a prática cristã de pessoas situadas nos dois lados da polarização política.
Na análise proposta pela autora, o perigo maior da polarização está na possibilidade de o cristão contrariar os ensinamentos de Jesus com a consciência de estar cumprindo um dever moral. Estuda como uma causa considerada nobre pode tornar aceitáveis a ira, o desprezo, a humilhação do adversário, o ódio, a agressão verbal e física, a disseminação de informações sem exame e a satisfação diante do sofrimento alheio. O estudo também expõe como a convicção de defender um bem comum dificulta o reconhecimento do mal produzido pelo próprio comportamento.
É a partir desse conflito que o livro convida à leitura bíblica que expõe a dimensão espiritual dessa problemática. O conteúdo majoritário do estudo compila textos e contextos bíblicos que sugerem questionar se a polarização estaria personificando um ataque velado do maligno ao verdadeiro cristianismo. Um ataque que cria um falso cristianismo, ensinando justamente comportamentos contrários aos ensinados por Jesus • mas em defesa de causas morais.
A neurociência e a psicologia, que integram o estudo, ajudam a explicar como mecanismos cognitivos e emocionais tornam as pessoas vulneráveis à desconstrução dos valores do evangelismo. A autora usa a ciência para indicar como aquilo que ela chama de “as manobras ocultas do mal” pode se aproveitar da própria fragilidade estrutural do corpo humano • em desfavor ao plano de Deus de usar pessoas no resgate espiritual de outras pessoas.
O livro convida os participantes da polarização a reconhecer o propósito espiritual ao qual as ações, acima das intenções, estão servindo. Esclarece que o resultado de uma disputa eleitoral e o efeito dessa disputa sobre o caráter de seus envolvidos são questões diferentes. Com centenas de versos bíblicos espalhados por toda a obra, a autora chama a atenção do leitor para perceber como sentimentos e emoções como desprezo, orgulho, hostilidade, desejo de vingança e até mesmo o ódio servem, em sua análise, ao plantio das sementes do inimigo de Deus • e não do Seu Reino.
A jornalista, que também é especializada em estratégia de posicionamento de marcas, com experiência em marketing político e comunicação pública, relaciona sua trajetória profissional à análise de construção de imagem, formação de vínculos e influência sobre comportamentos. E considera que o que a ajudou a perceber e desconstruir as ilusões e miragens ideológicas que a polarização provoca na mente, no coração e no comportamento de pessoas sinceras tenha sido a vivência política somada à facilidade que • pela profissão • sua mente adquiriu de analisar estratégias de marketing.
Sobrinha e ex-assessora particular do cantor e parlamentar Agnaldo Timóteo, ela também entrega um pouco do jogo da política. A experiência de também ter estudado Ciências Políticas e marketing político deu à autora condições para revelar o lado da política que poucos conhecem. Entregando informações que podem dar fim às miragens que hipnotizam o comportamento humano e o levam a assumir práticas que desagradam a Deus.
A autora, inclusive, recomenda a leitura de sua obra a pessoas de ambos os lados que queiram, no íntimo do coração, agradar a Deus.
Ao longo do livro, referências à sociologia, à psicologia e à neurociência acompanham a interpretação teológica. Poliana aborda mecanismos de influência com rótulos depreciadores e o uso de estratagemas • recursos de argumentação convincentes que podem distorcer informações, desviar o debate ou desqualificar o interlocutor. Busca, com essa revelação, diluir o vínculo emocional e o apego às narrativas que levam aos comportamentos contraditórios aos ensinamentos de Cristo.
O exame alcança práticas estimuladas tanto pela devoção à esquerda quanto à direita e desloca a atenção da identidade do adversário • mostrando que a luta real que está sendo travada nesse conflito, segundo a Bíblia, não é contra o semelhante, mas contra o que a Palavra de Deus nomeia como “potestades”. A obra se refere ao exército do inimigo como orquestrador de uma batalha em que somente ele sai ganhando. Nessa leitura, os envolvidos colocam em risco sua caminhada de salvação ao normalizarem comportamentos que a Bíblia condena e resistirem à transformação oferecida pela graça.
Uma obra ousada. Pois não se propõe somente a levantar uma perspectiva que não encontra apoiadores instantâneos nem do lado direito da nação, nem do lado esquerdo dela. Ousa ainda expor o que a autora identifica como a mente maquiavélica por trás de todo o caos social e espiritual que assola a Terra. E que, segundo Poliana, tem feito de todos os envolvidos reféns.
A provocação central permanece do início ao fim da obra: se a defesa de uma causa exige abandonar os ensinamentos de Jesus, a quem ela serve? O que produz no coração que deveria estar se dedicando a escolher comportamentos que abririam campo para o Espírito de Deus agir por meio dele? E o que essa defesa cega de lados está semeando no mundo? Quais frutos a Terra pode colher ao plantar sementes daquele que odeia a criação de Deus?
A capa do livro intriga, e o conteúdo reposiciona.
A autora apresenta que, no cenário atual, os ensinamentos de Jesus apontam uma terceira via, espiritual e comportamental. E a obra apresenta o autoexame como caminho para recuperar o discernimento e reconhecer quando a lealdade a um movimento compromete a fidelidade a Deus e à própria fé.
Sobre a autora
Poliana Tupinambá Timóteo é jornalista, escritora cristã e profissional de estratégia de posicionamento de marcas. Possui experiência em campanhas eleitorais, assessoria e comunicação pública. É autora de “Esquerda ou Direita? Escolho a Bíblia.”, obra que também ganhou edição em inglês sob o título “Left or Right? I Choose the Bible.”.
Fundado em 1994